sábado, 29 de outubro de 2011

∞ Livre a Sonhar ∞



"Tolos aqueles que renunciam aquilo que não podem ver."

Ao estudar os cosmos... Desvendo os segredos da grande explosão, da qual nos deu forma.

Corrompendo de todas as leis da física, apenas uma liberdade poética.

Dez do profundo obscuro a um grande brilho, que em magia aos olhos de um velho deslumbrou.

Talvez, seja por sentir-se no centro de um vasto, talvez infinito universo, do qual se quer conhecemos o verso.

Universos se formam em pequenos reflexos, agitando mundos, distintos em uma gota de vida.

Galáxias e seus planetas são apenas uma ilusão de superioridade. Algo tão pequeno e primitivo. 

Estrelas variando sua aura... Como um concerto de mil anos, algo tão belo e inalcançável.

Por mil sacrifícios! Distancia de mentes em colapso! Sistemas entram em harmonia estando em guerra, quentes e frios! Eletrizando seus campos.

Transformando... Implodindo ou não, apenas mudanças em questão de ser ou não, está e nossa questão. Processos de necessidade.  
  
Jogos fora de uma realidade. Tempos competindo, passado e futuro formando o presente.

Crianças escolhendo seus lados opostos. Brilhando ou sugando a própria luz.

Minha vida quebra em instantes, como pedras a vagarem em uma arena aberta.

Anos Luz a frente de uma porta fechada por aqueles que a fizeram... Pensando em abrir, algo que se esforçam em manter preso.

Onde está minha liberdade?

Pobre criança acreditava na luz que não ferisse seus olhos...

Pobre criança acreditava em seus reis e rainhas, esquecia suas memórias, a favor da fé de Judas.

Pobre criança.  Seus pais apenas o menosprezavam, enquanto seu gramado mudava junto à estação.

A melodia do Rock in Roll está aquecendo as mudanças de uma jovem estrela... Eu e você, minha estrela a mudar.

Por Cristo a algo aqui!  

Uma bela descoberta da qual sempre esteve ali em meus sonhos mais profundos!

Simplesmente, eu e você minha estrela a brilhar.

Em um caminho sem chão ou céu.

Sólidos, líquidos ou gasosos, meus mundos e tesouros, dos quais não conheço a gloria.

Do coração a bater, levando o fôlego para todo o meu corpo, como lava a escorrer... Condensando a ferida a vida.

Como o maior ao redor, uma esfera com força em atração.

Espíritos pairam diante de tal milagre natural.  Para aqueles que crêem no que se quer podem enxergar. 

Mesmo que ainda esteja ali.

Programas afugentam a surpresa do conhecimento. Coisas acontecem, em tentativas frustradas de conhecer, algo maior que sua mente.

Talvez para maquinas... Talvez para aqueles que não podem elevar, elevar a mente e alma.

Corromper as barreiras aqui erguidas, derrubando as. Destruindo as em ódio a opressão.

Ao grande e vasto universo aqui presente, com minha calda brilhante.

O eclipse une questões que passam a provocar a ambição das marés, que por si só abatem as pedras firmes em terra molhada.

Curiosidade - Universo



O universo é constituído de tudo o que existe fisicamente, a totalidade do espaço e tempo e todas as formas de matéria e energia. O termo "Universo" pode ser usado em sentidos contextuais ligeiramente diferentes, denotando conceitos como o cosmo, o mundo ou natureza.


A palavra Universo é geralmente definida como englobando tudo. Entretanto, usando uma definição alternativa, alguns cosmologistas têm especulado que o "Universo", composto do "espaço em expansão como o conhecemos", é somente um dos muitos "universos", desconectados ou não, que são chamados multi-versos Por exemplo, em Interpretação de muitos mundos, novos "universos" são gerados a cada medição quântica. 


Acredita-se, neste momento, que esses universos são geralmente desconectados do nosso, portanto, impossíveis de serem detectados experimentalmente. Observações de partes antigas do universo (que situam-se muito afastadas) sugerem que o Universo vem sendo regido pelas mesmas leis físicas e constantes durante a maior parte de sua extensão e história. No entanto, na teoria da bolha, pode haver uma infinidade de "universos" criados de várias maneiras, e talvez cada um com diferentes constantes físicas.

Ao longo da história, varias cosmologias e cosmogonias têm sido propostas para explicar as observações do Universo. O primeiro modelo geocêntrico quantitativo foi desenvolvido pelos gregos antigos, que propunham que o Universo possui espaço infinito e tem existido eternamente, mas contém um único conjunto de círculos concêntricos esferas de tamanho finito - o que corresponde a estrelas fixas, o Sol e vários planetas – girando sobre uma esférica mas imóvel Terra. 

Ao longo dos séculos, observações mais precisas e melhores teorias levaram ao modelo heliocêntrico de Copérnico e ao modelo Newtoniano do Sistema Solar respectivamente. Outras descobertas na astronomia levaram a conclusão de que o Sistema Solar está contido em uma galáxia composta de milhões de estrelas, a Via Láctea, e de que outras galáxias existem fora dela, tão longe quanto os instrumentos astronômicos podem alcançar. Estudos cuidadosos sobre a distribuição dessas galáxias e suas raias espectrais contribuíram muito para a cosmologia moderna. O descobrimento do desvio para o vermelho e a radiação cósmica de fundo revelaram que o Universo continua se expandindo e aparentemente teve um princípio.

De acordo com o modelo científico vigente do Universo, conhecido como Big Bang, o Universo surgiu de um único ponto ou singularidade onde toda a matéria e energia do universo observável encontrava-se concentrada numa fase densa e extremamente quente chamada Era de Planck, . A partir da Era Planck, o Universo vem se expandindo até sua atual forma, possivelmente com curtos períodos (menos que 10−32segundos) de inflação cósmica.

Diversas medições experimentais independentes apoiam teoricamente tal expansão e a Teoria do Big Bang. Esta expansão tem-se acelerado por ação da energia escura, uma força oposta à gravidade que está agindo mais que esta devido ao fato das dimensões do Universo serem grandes o bastante para dissipar a força gravitacional. Porém, devido ao escasso conhecimento a respeito da energia escura, é ainda pequeno o entendimento do fenômeno e sua influência no destino do Universo.

Atuais interpretações de observações astronômicas indicam que a idade do Universo é de 13,73 (± 0,12) bilhões de anos, e seu diâmetro é de 93 bilhões de anos-luz ou 8,80 ×1026 metros. De acordo com a teoria da relatividade geral, o espaço pode expandir-se tão rápido quanto a velocidade da luz, embora possamos ver somente uma pequena fração do universo devido à limitação imposta pela velocidade da luz. É incerto se a dimensão do espaço é finita ou infinita.

O universo subdivide-se em Aglomerados de Galáxias, que se subdividem em grupos de galáxias (com aproximadamente entre 3 e 5 milhões de anos luz de diâmetro), que se subdividem em galáxias, que se subdividem em sistemas solares, que contêm corpos celestes (como estrela, planetas, asteroides, etc.).

Nesta altura, é ainda impossível garantir que o Universo continuará a expandir-se infinitamente, levando à desagregação de toda a matéria e à sua morte, ou se eventualmente essa expansão abrandará e se iniciará um processo de condensação. Esta última hipótese, que sustenta a possibilidade da ocorrência de um fenômeno inverso ao Big Bang, o Big Crunch, leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta de um conjunto mais vasto, a que outros 'Big Bangs' e 'Big Crunches' deram origem. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche propôs a hipótese, na sua teoria do Eterno retorno, de que o Universo e todos os acontecimentos que contém se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma.

The Black Eyed Peas > 1

Aerosmith > 2

Linkin Park > 3

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

.: Caminho Perdido .:


“Correr contra o tempo é saber antes de ser, 
ter antes de conhecer e finalmente morrer antes de nascer.”

O inverno está aqui... A minha volta, mais uma vez, como em todas as estações.

Novos caminhos se traçaram diante de um destino.

Talvez um conto de como viver. Talvez respostas das quais deva concluir ao decorrer do rio congelado.

Talvez decorrer montanhas geladas em suspiros de ruínas gélidas, pela alma que um dia queimou.

Pessoas dizem saber O que é viver ou amar, dizem sentir o coração queimando.

Enquanto suas vidas iniciam no fim de uma jornada, perdida por erros que se quer compreendem, coisas a esquecer, para sempre.

Coisas como queimar no interior do gelo! Correr contra o vento. Subir na mais alta das arvores.

Pessoas dizem saber viver... Mas o que significa viver se não queimar...?

Expandir sua luz diante do gelo e do ferro, do frio!

Talvez levantar após cair, dizer a quem você um dia amou, o quanto ainda é importante hoje e sempre.

Dizer o quanto ainda sinto o seu calor, o quanto minha alma queima em um corpo frio.

Gritar em meio ao nada e criar matéria de um paraíso perdido.

Respirar onde não há ar, beber no deserto, ser o mais afortunado em meio ao nada.

Comer onde não há um fruto se quer. 

Viver o que não há pra viver, apenas em um momento de lucidez saber pra onde vou sem conhecer o mapa.

Conhecer o meu coração sem o sentir bater, pulsar a esperança que é a ultima morrer.

Sim... Pessoas dizem saber o que é viver ou amar, conhecer o calor de viver.

Por seus méritos tão hipócritas quanto sua dignidade.

Dizem amar aqueles a quem traem na própria cama.

Dizem respeitar aqueles que um dia lhe estendeu a mão sem ao menos revidar um olhar.

Dizem sentir a luz em seus olhos, enquanto batem com a face em qualquer coisa que seus olhos talvez pudessem ver.

Para sempre mudar, queimar no interior do que um dia viveu.

Para sempre enxergar a verdade que surgiu junto ao amem por suas bênçãos.

Mudar a rotina de uma vida que se tornou mórbida pelo próprio desejo de crescer.

Para sempre amar alguém que um dia o admirou como o que você é. 

Curiosidade - Antimônio



Origem: Conhecido pelos chineses e babilônios desde 3.000 a.C.


Etimologia: do grego antímonos, oposto à solidão.

Significado: É um elemento químico de símbolo Sb de número atômico 51 e de massa atômica igual a 121,8 u. 



À temperatura ambiente, o antimônio encontra-se no estado sólido.

Para a Alquimia o Antimônio é a matéria dos Sábios e corresponde à penúltima etapa da busca do ouro filosofal.


É representado simbolicamente como o Lobo Cinzento, pois simboliza a natureza animal, ou espírito selvagem do homem e natureza.

Por isso também é conhecido como: Dragão negro, serpente venenosa, Lobo cinzento e, principalmente, filho de Saturno.

E seu símbolo também pode ser um globo crucífero.

“Pega o lobo cinzento, o filho de Saturno… e atira-lhe o corpo do Rei (ouro). E quando ele o tiver devorado, faz uma grande fogueira e atira o Lobo para dentro dela, para que ele arda, e então o Rei será libertado de novo” 

(Basil Valentine, As vinte e duas Chaves)

Os antigos denominavam o Antimônio metálico, de Régulo de Antimônio, sendo a Estibina (Sulfureto de Antimônio) denominada de Antimônio, ou Estíbio.
Sun 2