quinta-feira, 4 de agosto de 2011

▀▄▀▄ Caminhos sem Rumo ▀▄▀▄




Emergindo como uma gota de chuva,
Em uma poça em meio à grama molhada.
Existe apenas um sentido.

Aguardando o único meio,
Em rosas de cravo.
Uma duvida para existir.

E por mais que eu grite!
Sua porta ainda parece fechada,
Em grades de algo que ainda não posso quebrar.

Pois, estou arrastando
Meu corpo pela terra que de mim nutriu.
Da vida a morte.

Como estrelas implodindo
Em poeira.

Mas ainda existe um agora!
Em cada saída do ar
Apenas existir, como respirar e estar.

O passado volta a cada presente do tempo inconstante.
Flutuando em gotas de carvalho
 Posso apenas cantar o tormento dedicado ao existir.

Até que o tempo sopre as nuvens,
Abrindo alas ao dia.
Quem dera durasse até o fim.
Uma pétala de cada vez,
Caindo ao vento.
Pela ultima força de sensatez.

Meu amor, de alguém.
Quem? De alguém.
Dentro ou fora. Quem lembra por quê?

Do estar... Estar respirando em questão de viver.
Tortuoso coração, que insiste em queimar o que já quebrou.

Em luzes e vultos na velocidade da luz,
Sigo minhas entradas sem olhar para o que já quebrou.

Mesmo que o barulho seja o ultimo
Do qual escutar.  


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